Jump to content

Br00-ninh

Elastiko VIP
  • Content Count

    87
  • Joined

  • Last visited

2 Followers

About Br00-ninh

  • Rank
    Elastiko(a)
  • Birthday 01-04-1969

Profile Information

  • Origem
    Portugal
  • Interesses
    tudo o k seja fora do normal... :))
132 profile views
  1. Aprendam com os indianos! .... com os africanos e com os asiáticos!
  2. https://www.facebook.com/luis.vicente.5602/posts/10157050420978837 Luis Vicente CORONA Já faz algum tempo que não vinha aqui. É que tenho andado noutras lides que verdadeiramente não me têm deixado muito tempo livre para facebookar. Mas agora também quero meter o bedelho. Se toda a gente opina sobre o vírus, também eu me sinto nesse direito. Por definição, e numa perspectiva geral, uma virose pode ser classificada como uma chatice. Uma epidemia será uma epichatice e uma pandemia uma panchatice, ou seja, uma chatice globalizada ou uma ganda chatice. Um vírus é um chato muito pequenininho que nos esmifra as bases púricas e pirimídicas para se reproduzir. E esmifra não só as bases mas também toda a maquinaria reprodutiva das nossas células. Como este é um retro, esmifra-nos C, A, G e U. Os que não são retro em vez do U esmifram-nos o T. Estes que andam por aí agora a pairar pertencem à subfamilia Orthocoronavirinae, a qual por sua vez pertence à família Coronaviridae da ordem Nidovirales. Pronto, está identificado. É pequenino, mas não tão pequenino como muitos outros e por isso as máscaras cirurgicas têm algum efeito protector. Sublinho “algum”. Existem vírus bem mais pequeninos que passam pelos poros das máscaras. Outra característica destes coisinhos é que são sensíveis ao álcool. Não se dão bem com ele , o que joga a nosso favor. Outros há que não são, como o amaldiçoado HIV. Esse nem uma bebedeira apanha por mais álcool que lhe demos. Por isso me poderia rir se não fosse tão triste quando o barbeiro ou a manicure, pensando que se e nos livram do HIV dizem “foi tudo desinfectadinho com álcool”. No caso do HIV é o mesmo que tirar da minha t-shirt branca as nódoas do óleo queimado da minha moto com água do Luso. Enfim. Duas vulnerabilidades deste coisinho que jogam a nosso favor. É grandalhão e o álcool parece ser pouco saudável para ele. Mas esta é uma virose nova que o nosso organismo não conhecia. Quando já conhece, quando já encontrou o vírus no passado a coisa torna-se mais fácil. É que no primeiro encontro o nosso organismo tira a fotografia do malandro e prepara um corpo especial de marines chamados linfócitos para que, quando o tipo voltar a aparecer, lhe tratarem da saúde. Topam o gajo e dizem “tás cá outra vez? Agora já não me enganas”. Isto tem o nome pomposo de sistema imunitário. Esta é a filosofia da vacina. Vacina que vem de vaca e que, contra a varíola foi inventada no século XVIII por um fulano chamado Jenner. De vaca porque o dito Jenner reparou que quem tinha tido CowPox ficava imune a SmallPox. E se SmallPox era a varíola, CowPox era uma coisa parecida mas sem grandes problemas que se apanhava quando se ordenhavam as vacas. Bom. A dita vacina já se utilizava na Índia antes do Jenner pensar nisso, mas a história esquece-se dessas coisas. A madame Montagu já a tinha trazido da Índia para Europa e até se chamava ao processo “variolização”. Obviamente que quase ninguém acreditou no Jenner. Que ele devia ser mas é marado, esta de injectar doenças nas pessoas... até recebeu uma carta das grandes sumidades da Royal Society a recomendar-lhe que se dedicasse a coisas sérias como os fósseis e a horticultura, e que se deixasse de parvoices. Nem sequer lhe ligaram quando ele foi o primeiro tipo a descrever a arteriosclerose. Adiante. A vacina consiste em injectar no vacinado uma forma atenuada e tão inofensiva quanto possível do agente infeccioso para que se forme o tal corpo de marines que defenda o vacinado quando for o ataque a sério. Uma questão importante é que os marines tornam-se mais eficazes se lhes dermos vitamina C, antioxidante e se tivermos uma vida saudável e regrada. Assim, para melhor enfrentarmos estes vírus aconselho vivamente muitas laranjinhas e frutos vermelhos, dormir bem, muitas quequinhas a horas decentes, bons passeios ao ar livre e seguir as indicações do meu amigo Miguel Ledro Henriques. Continuemos, agora para nos referirmos aos nossos dirigentes políticos. São realmente uma tristeza. Reparem. Pode haver muito boa vontade e preocupação dos politicos, mas as suas intervenções mostram uma avassaladora ignorância e incerteza. E infelizmente isto não se passa apenas com os politicos responsáveis, mas igualmente com quem os assessora neste caso, esse douto Conselho Nacional de Saúde Pública. Aconselho quem está a ler estas linhas que se sente numa cadeira bem robusta, que vá à net e que veja a composição do dito conselho. Viram? Não caiam da cadeira que as urgências dos hospitais têm agora outras preocupações. É gente que sabe tanto de epidemias como eu sei de submarinos e olhem que eu, de submarinos, só sei o Princípio de Arquimedes. Aliás o Raul não me deixa mentir. Eu vivi há muitos anos numa cidade costeira portuguesa, um importante porto de pesca. Havia por lá uma instituição denominada “Instituto de Socorros a Náufragos”, o que é natural num porto de pesca. Obviamente que essa instituição possuía uma embarcação a que se chamava “barco salva-vidas”. Igualmente óbvio, essa embarcação tinha uma tripulação. Eram dois senhores de idade avançada, muito afáveis e simpáticos apesar das artroses e dos já avançados problemas de visão. Ah, nenhum deles sabia nadar. Vivo presentemente num país denominado Portugal governado por uma espécie de Instituto de Socorros a Náufragos, assessorado por um grupo de “personalidades” denominado Conselho Nacional de Saúde. Estes ilustres assessores percebem tanto de epidemiologia e de vírus como os tripulantes do salva-vidas sabiam nadar... nada. E, à conta destas fantásticas competências auguro que o fim da história seja “genocídio por negligência”. De quem será a culpa? Obviamente que de ninguém, como é costume! Até acharia hilariante se não fosse tão triste, ter ouvido numa conferência de imprensa um ministro da educação dizer, pasme-se, que apesar das aulas estarem suspensas, professores e funcionários teriam de permanecer nas escolas durante o período de suspensão das aulas... só se esqueceu de dizer “a abraçarem-se e a beijarem-se”. Imaginei que esta afirmação fosse a superação de um problema de auto-estima através de uma afirmação de autoridade assim do tipo “ninguém me dá valor, mas aqui quem manda sou eu!”. Nunca me deram razão, mas eu sempre disse que viver em Dallas propiciava distúrbios mentais e alguma tendência para a perversidade, mesmo que o objectivo de tal opção de vida fosse o estudo do metabolismo cerebral em doenças neurodegenerativas. Eu avisei! A coisa aflige-me ainda mais quando começo a suspeitar de que tão ilustre bioquímico possa ter falhado as cadeiras de virologia e epidemiologia. Enfim, ninguém é perfeito, dizia sabiamente o meu avô. Infelizmente uma epidemia não se enfrenta apenas com boa vontade. Dessa está o inferno cheio. Aprende a gente na faculdade que, ao longo do tempo, pelo menos em termos teóricos, uma infecção viral cresce no seio de uma população de acordo com uma equação muito simples que é a Equação de Verhulst-Pearl. No caso de um vírus novo como este que se transformou numa panchatice por culpa de quem governa a Europa e Portugal, o crescimento do número de infectados caminhará inexoravelmente para o valor de K o qual, na minha opinião, deverá ronder os 70% (conjectura simplesmente empírica baseada na dinâmica de outras epidemias virais do passado). Para que não aconteça o que está a acontecer em Itália onde as autoridades acordaram tardiamente para a situação e que era previsível já antes do coisinho sair da China, seria muito urgente retardar o processo o mais possível para possibilitar a melhor resposta possível do SNS. É que o SNS é uma coisa que para poder funcionar tem de funcionar em time sharing como os hoteis do Algarve. Se vamos lá todos ao mesmo tempo o sistema não aguenta. Por isso é preciso espraiar a fase de crescimento. Trocado por miúdos, necessitavamos de medidas muito urgentes e sérias de retardamento, diria mesmo radicais, o que não parece ter sido ainda compreendido, nem pelos políticos que gerem o processo, nem por quem os aconselha. Seria bom que os políticos reflectissem sobre o facto de as faculdades de ciências e de medicina terem sido as primeiras a fechar portas. Pensem que não foi por acaso. Agora, oh tio oh tio, estado de emergência. Mas só se decide na quarta-feira porque provavelmente um dos membros do conselho de Estado tinha já agendada uma partida de golf para hoje e outro vai jantar com a amante amanhã. Ui... tinha ainda tanta coisa para dizer... depois continuarei... agora já devem estar saturados de me ler. Sejam felizes. Comam fruta e mais o resto.
  3. 5 estrelas e bons gráficos
  4. Curti ver este documentário. Se conseguissemos viver todos assim , havia para todos!
  5. A verdade que luta contra a industria famaceutica. Mas ja se nota que as mentalidades começam a mudar. So falta ficar legal !
  6. Bonito! Mas olha que na India é pior!
  7. Nem me digas nada! Andam a meter as pessoas todas paranoicas
  8. Já houve 17 casos de suspeita e todos foram negativos. Acredito que seja mais um. Casca de noz moída com alho, Arranca tudo!!!
×
×
  • Create New...