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Nice psy atmosphere, really like this limbo dark mood between techno and progressive. Very solid and smooth mixes, loved the Pspiralife tracks!
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O último da trilogia Yusuf.
Bal
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O que não faz sentido é o Presidente dizer que o lugar do Domingos não está em causa e nessa mesma semana o gajo ser despedido. Que comédia.
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A Somewhat Gentle Man
Antes Que o Mundo Acabe
Akira
Metropolis
Chico and Rita
Kontroll
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Aqui vai mais uma malta, esta anda ali entre o chill out e o wonky. É uma mistura de alguns géneros que apesar de serem downtempo já não considero bem chill. Anyway, ouçam e digam coisas, se não tiverem a gostar ponham mais alto.
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Não percebes nada disto Zink, os gajos têm o sexto sentido apurado. Isto é música de vanguarda!Pior mesmo só a música tipo carrossel da feira...
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Hey mate, will give it a listen this weekend.
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Acho que é natural, tendo em conta que é baseado num livro muito parecido com o Fear and Loathing , do mesmo escritor, e o actor principal é o mesmo. Gostei mas ainda assim acho que é um pouco diferente apesar de algumas semelhanças óbvias. Uma das coisas que mais gostei no Fear and Loathing foi o facto de não haver um romance que guie a história. São poucos os filmes que exploram outros campos que não os do romance, e tenho pena disso. Nos filmes actuais, seja que género for, que argumento for, há sempre uma gaja à mistura. Que quase sempre acaba por ditar o desenrolar dos acontecimentos. E é engraçado que quase todos os filmes que fogem a esta regra são bons, ou minimamente interessantes. Será que tão poucos conseguem contar uma história em que ninguém se apaixone?! Sim eu sei, os romances vendem mais bilhetes...the rum diary
Vi este há dias e diverti-me, só pecou pelos parelelismos em excesso com o "Delírio em Las Vegas".
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Sim, eu percebi. Tava só a partilhar a minha ideia sobre isso.Estás-me a querer dizer que um gajo com o porte físico do Insua foi obstruído por um gentil toque da mão do seu adversário?
Já percebeste que estamos de acordo sobre o lance ou não? É que desde o 1º post que fiz sobre o jogo que disse que esse lance e o golo mal anulado foram os 2 erros graves da arbitragem...Quanto ao resto do teu post estou 100% de acordo.
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Heheheh, me not spock. Me come in peace.
Falta...eu dava amarelo ao Insua por simulação. A falta existiria se ele não se tivesse mandado para o chão, não se marcam faltas hipotéticas.Hmmm, em relação ao jogo do sporting...não era penalty mas também não era fora de jogo no golo do capel.
Já tinha mencionado isso. E não digo que não era penalty, porque a falta existe, não se costuma é ver faltas daquelas a serem assinaladas na área, e eu como árbitro provavelmente também não as marcaria, pois se fossem marcar faltas por todos os "jogos" de braços que existem dentro da área teríamos certamente muito penalty por jogo.
Spock és tu???
:gap:
Percebo o teu ponto de vista André, é claro que o Insua sente a obstrução dos braços do defesa e se deixa cair, por isso digo que se fosse eu também não marcava penalty, mas se reparares qualquer lance destes fora da área em 99% dos casos é marcada a falta.
O Insua sente é a possibilidade de ser penalty, só no basket é que não pode haver contacto, no futebol pode. Ali não me parece haver qualquer tipo de falta, e se em 99% destes lances é marcada falta fora da área é só porque estamos em Portugal, cá marcam-se faltas quando o vento sopra um bocadinho mais forte. Estás-me a querer dizer que um gajo com o porte físico do Insua foi obstruído por um gentil toque da mão do seu adversário? Por mais sportinguista que seja não consigo achar aquilo penalty, não vamos discutir se é falta ou não porque a história do "falta para penalty", para mim, é uma bela tanga. Ou é falta ou não é, se for dentro da área é penalty, tão simples quanto isso. Os árbitos por cá é que erram muito, não entro naquela do favorecer, porque na maioria dos casos é simplesmente porque se enganam. Os jogadores atiram-se muito para o chão porque sabem que os árbitros vão nessa e não resistem à tentação. Basta ver o campeonato inglês para perceber que o futebol é um jogo de contacto físico, com certos limites, mas que esses limites são ditados pelos árbitros. Por cá os limites são muito baixinhos, os árbitros deixam-se influenciar pelo público e pelos jogadores e tentam não ficar mal na fotografia, quando deviam era deixar jogar mais. Temos trinta mil faltas por jogo porque os árbitros as marcam, qual é a piada de ver um jogo de futebol aos soluços? É a minha visão da coisa, joguei futebol onze muitos anos e ainda jogo a feijões com os amigos, sei perfeitamente que existe bastante contacto físico e que não é porque alguém me tocou que eu vou deixar de tentar continuar o lance, se é falta ou não isso já é com o árbitro.
Anyway, tames na final.
ps. Fagundes, o que é um adepto "grande"? A partir de que altura é que um adepto é considerado ou pode querer ser "grande"? Ou é só uma coisa de ego?
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Falta...eu dava amarelo ao Insua por simulação. A falta existiria se ele não se tivesse mandado para o chão, não se marcam faltas hipotéticas.Hmmm, em relação ao jogo do sporting...não era penalty mas também não era fora de jogo no golo do capel.
Já tinha mencionado isso. E não digo que não era penalty, porque a falta existe, não se costuma é ver faltas daquelas a serem assinaladas na área, e eu como árbitro provavelmente também não as marcaria, pois se fossem marcar faltas por todos os "jogos" de braços que existem dentro da área teríamos certamente muito penalty por jogo.
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Hmmm, em relação ao jogo do sporting...não era penalty mas também não era fora de jogo no golo do capel. A expulsão acho que se aceita, não pela falta mas porque trava um lance de contra ataque. O gajo realmente toca na bola mas leva as pernas do Rinaudo atrás. De qualquer maneira, o gajo só se pode queixar dele próprio, o primeiro amarelo que levou é infantil. O sporting não jogou muito mas acho que merecemos a vitória, os jogadores comeram relva e apesar de se notar que o plantel ainda precisa de muito trabalho, como o Domingos disse, acho que a coisa está no bom caminho. Só mesmo quem acredita na carochinha é que se deixa enganar por uma pequena série de boas exibições que o sporting fez., a equipa ainda tem muito para crescer.
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Espero ansiosamente por mais noticias desta assembleia psicadélica. A do ano passado foi bastante boa.
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Um pequeno á parte, sempre que vejo debates na assembleia fico com a sensação de que, a maioria dos deputados, está ali só para mandar umas bocas. Entre risinhos e gargalhadas estão ali, de fatinho vestido, como se estivessem no café. Às vezes faz-me lembrar o recreio da escola primária, quando saíamos todos a correr e fazíamos o que nos apetecia, cada um para seu lado. Será que isto não muda, ou só piora? Quem são estes gajos que decidem coisas por nós enquanto espreitam o facebook e lêem a bola? Isto é mesmo a sério? Estou a sonhar?
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A minha opinião nesta divide-se. Por um lado acho boa a ideia e a iniciativa, por outro penso que as votações são muito pouco objectivas e não servem em muito a comunidade e o movimento. Acho que a coisa tinha mais interesse num formato mais "sério" e ainda assim menos mainstream. Porque quer se queira quer não, angariar votos e amigos no facebook faz com que muita gente vote que nem sequer sabe no que está a votar. Claro que é só uma sondagem e não tem valor prático nenhum, não há prémios (ao contrário do que o nome indica), mas parece-me ser uma sondagem muito pouco fiável. O próprio nome "trance portugal community awards" dá uma ideia e projecção erradas à coisa, isto é mais um "os artistas e promotores que eu gosto".
A verdade é que há pouca gente a fazer alguma coisa pelo movimento em Portugal, e quando há alguém que tenta fazer algo novo é criticado, esta história é velhinha. Eu acho é que algumas das criticas, apesar de não serem construtivas, têm algum fundamento. Outras nem tanto. Acho que a ideia do blog tá lá, é boa. A ideia da votação penso que podia ser repensada, e sinceramente nem sei se será mesmo precisa. Talvez seja engraçada mas noutro formato, não sei. O blog fala por si, e penso que ganhavas mais em escolheres tu os artistas que te pareçam relevantes do que fazer entrevistas aos vencedores de uma sondagem que não é fiável. Isto só pelo facto de que a próxima votação pode ser bem mais viciada do que esta, não é muito complicado se for feita nos mesmos moldes.
De qualquer forma a iniciativa é boa, a malta também podia ser um bocadinho mas construtiva em vez de vir aqui só mandar umas bocas. Eu sei que para alguns isso é uma parte essencial da rotina diária, coisa que já não dispensam. O elastik tornou-se mais num "fórum tasca", onde o ti manel vem beber a vinhaça e mandar a boquinha do que o fórum que era antigamente, mas eu sei que ainda há por aí pessoal com boas ideias, só não querem é partilhá-las porque tem mais piada entrar nos "tasca awards" (sim, acho que já podiamos fazer uma votação para premiar as belas discussões do fórum) do que darem-se ao trabalho de escrever qualquer coisa. Não digo que às vezes não seja saudável e que não tenha já dado boas gargalhadas à pala disso, mas...vocês sabem.
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Também esperava um line up um bocadinho diferente, este já foge um bocadinho ao que para mim é psicadélico. De qualquer maneira as festas da psyart têm sempre boas condições e bom ambiente, o line up não deve ser sempre o mais importante na hora de rumar a uma festa.
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Tu estás no teu direito de querer receber dinheiro, não és por isso capitalista. Só disse que a ideia de fiscalizar e "legalizar" é um bocado capitalista porque serve para controlar. Controlo esse que nunca ia ser saudável. As coisas podiam ser bem mais saudáveis se não houvesse dinheiro à mistura, nisso sim acredito.
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Richard, deves ter lido mal. O que eu disse foi que só diz respeito ao artista o que ele cobra. Se um promotor escolhe os artistas pelo que lhes vai pagar vai ter uma festa da tanga. É assim que as promotoras morrem. Independentemente do que tu cobras ou não, o que interessa é a tua música, o que tens para oferecer às pessoas. Se for bom podes crer que vão estar interessados que tu vás tocar. A pagar ou não, isso é escolha tua. Se estiverem interessados podes crer que vão pagar, não é que isso seja o mais importante. Como já disse neste tópico, já toquei de borla, normalmente não o faço, mas depende das situações. Free partys não peço cachet por uma questão de principio. Já toquei para amigos de borla, em festas que cobravam entrada, porque me apeteceu e porque são meus amigos. Estas são algumas entre muitas outras situações que recebi ou não recebi, por escolha própria, nunca porque alguém me impingiu nada. É imoral? Quem és tu para fazeres juízos de valor sobre o que eu ou outras pessoas fazem ou deixam de fazer? A tua moral é que está certa? Se te sentes injustiçado por não ires tocar a mais festas tens que pensar duas vezes, isso não se deve ao facto de haver quem toque de borla. Não conheço a tua música, nem faço ideia se é boa ou má, mas atribuir as culpas a terceiros e dizer que é porque estão a dar cabo do mercado é errado. Não há aqui um mau da fita, nem sequer há fita, acho que a venderam.
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Ora bamos lá ber uma coisa...só é explorado quem quer. Essa história de legalizar e fiscalizar é muito capitalista. A música é livre, as pessoas são livres, a cultura é livre, ou pelo menos devia ser. Ninguém tem nada a ver se o promotor x ou y me paga em feijões, em droga, ou em dinheiro. Ou se porque até gosto do gajo me apetece tocar de borla. Ou se porque não gosto do gajo lhe peço 1 milhão de euros para tocar. Eu pago para ir a uma festa, não pago para que este ou aquele artista seja pago, nem me preocupo com esse facto, não tenho nada a ver com isso. Vou à festa para me divertir e ouvir música, se a música for boa vou voltar e ouvir quem a estava a passar, se não for boa provavelmente não vou voltar nem vou mais ver quem a estava a passar. É tão simples quanto isso. Quando vou a uma festa a última coisa em que penso é DINHEIRO! Se há um promotor que prefere o trabalho de outra pessoa ao meu, tudo bem, a escolha é dele. Vai dar cabo do mercado? Eu quero é que o mercado se foda! Não estou cá para alimentar mercados, podiam rebentar todos já amanhã.
Falas muito em recompensas Richard mas há mais para lá do dinheiro. Há recompensas que não são monetárias, há pessoas que nem aceitam dinheiro pela música que tocam por uma questão de principio, porque são contra o sistema capitalista. Há pessoas muito diferentes, quem somos nós para estar a criar entidades para regular pessoas e princípios? É por isso que isto está como está, o dinheiro e a tentativa de controlar as pessoas através dele estão acima de tudo.
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Não li os posts todos mas a minha opinião em relação a isto é muito simples. Cada um sabe de si...queres tocar de borla, toca. Queres cobrar, cobra. Quem sou eu para julgar o que os outros fazem ou devem fazer? Eu faço as coisas como acho que devo fazer, segundo os meus princípios e o que me parece justo. Nem sempre toco por dinheiro mas nem sempre toco se não me pagarem. O valorizar a música de um músico, dj, ou tocador de ferrinhos não tem nada a ver com dinheiro. Tem a ver com o que tu retiras disso e com o que as pessoas te transmitem, o que tu recebes quando tocas. E não estou a falar do dinheiro, esse é secundário.
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Torrents pá.
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Tá a ficar tenrinho o rapaz.
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A ASAE dos governos é a troika, eles é que ainda não se aperceberam disso.
24 FEV - Magnetika Agency presents "MYSTIKA VOL.II"
in Fevereiro
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Epá, eu até ia mas a gaja de arco e flecha intimida-me.