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Iris

Escritores

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Como ainda só se falou dos livros k de alguma forma nos tenham marcado ...axo k junto a isso vem sempre aqueles escritores k nos tenham tocado profundamente aqueles com quem nos identifika mos mais ... seja pela sua forma de escrever ou o percurso k este mm tenha tido em vida e com a sua obra...

 

**Abrir asas á imaginação...num apêndice verbal... k mts vezes é crusial em algum momento das nossas vidas.

 

 

:P

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Eu aprecio Paulo Coelho. Tudo na escrita dele me reporta a uma história na minha vida...ou a alguma que já tenha idealizado. Tem uma escrita muito simples e acessivel e um poder descritivo que eu considero bom :P

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Paulo Coelho é um sábio... É incrível como nos identificamos sempre, em algum ponto (ou em vários), com cada uma das personagens.

Usa uma escrita simples para falar de algo não tão simples assim, a alma humana...

 

Está lá, o homem! :D

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não vou muito à bola com Paulo coelho !! mas tb sou sinsero li apenas algumas paginas !! :(

curto bue de Franz Kafka e Henry Miller!! tou agora a ler a biografia de Kafka e fiquei bastante impressionado com alguns factos da sua vida !! :(

 

 

:D

anjuna

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Patrick Sushkind!

Só li um livro dele, "O Perfume", e adorei. Talvez por o mundo dos odores ser desconhecido para mim, adorei as suas descrições dos cheiros.

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Fernando Pessoa

Paulo Coelho

Hanif Kureishy

Pedro Paixão

Charles Bukowsky

Aldous Huxley

Emily Dickinson

Sophia de Mello Breyner (grande poetiza portuguesa que vai ficar para sempre)

 

:oops:

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ok não levem a mal vou assumir-me como um leitor desnaturado.. sim sei como se pega nas letras, e se fazem palavras. Tenho uma muito fraca cultura literária, passa por sms e letras do maço FUMAR MATA..

 

Tou com vergonha, e é caso disso :S

 

Escritora que adoro tudo o que escreve é a Isabel Stilwell parto o cuco a rir demais, não se pode chamar literatura a sério é mais para descontrair, mas é a favorita.

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Isso lembra-me uma sugestão e que tal levar um livro para as festas e trocarmos.. ein.. era porreiro.. que me dizem :huh:

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Mário de Sá Carneiro (loucura total)

Richard Bach (na minha infância...., que inda hoje mt me ensina)

Jorge Luís Borges (tem contos lindíssimos, uma escrita fantástica!)

Marion Zimmer Bradley (fantasia no seu melhor)

 

Para já estes.... :rolleyes:

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A gramática cruel de Herberto Helder

 

O poeta nascido na Ilha da Madeira realizou uma desarticulação de toda a tradição da poesia portuguesa, substituindo a dispersão da escrita surrealista por uma voz encantatória que ocupa hoje um lugar central na literatura de seu país. Em Portugal, a exemplo das gerações surgidas na época das revistas Orpheu, a década de 60 transformou-se no núcleo disseminador da modernidade que viria a intensificar o rumo tomado pela poesia produzida naquele país. Tal década foi particularmente importante, tanto no aspecto político-cultural como no literário. Os fragores do neo-realismo continuavam a provocar ciladas e os herdeiros do surrealismo aprimoravam suas vozes. O agrupamento conhecido como Poesia 61 também despontara aí, defendia a sua independência e opunha-se à tendência torrencial dos surrealistas. Estas gerações devem muito às antecessoras, a contenda serena entre tais grupos só beneficiou os poetas mais novos. Antecipando o período de 60, e ao mesmo tempo acompanhando-o, Herberto Helder conquistara o seu lugar e garantira a sua autonomia. A sua poesia, que já foi traduzida para o francês e para o italiano, é o exemplo da pesquisa contínua.

 

Nascido no Funchal, Ilha da Madeira, em 1930, freqüentou o grupo do café Gelo, onde se reuniam Mário Cesariny, Antônio José Forte, João Vieira entre outros. A publicação do primeiro livro, O Amor em Visita, dar-se-ia em 1958; três anos depois lança A Colher na Boca e Poemacto. A partir deste ponto, Herberto Helder construirá uma poética fascinante, dando início à desarticulação de toda a tradição da poesia portuguesa. Embora esteja ligado ao surrealismo por desígnios meramente geracionais, a sua poesia demonstra que o caminho seguido distancia-se gradualmente dos postulados, ocupando vias transversais de atuação e aprofundamento. Ao afastar-se desta linha, o poeta norteia-se pela propulsão metafórica trabalhada simultaneamente com a minúcia da pesquisa e do estilhaçamento estilístico. A dispersão da escrita surrealista é substituída por uma voz encantatória. A fruição verbal atinge o equilíbrio, mas o substrato que a mantém rege-se pelo ritmo turbulento e a opacidade concentrada: "E quando gela a mãe em sua distância amarga, a lua estiola,/ a paisagem regressa ao ventre, o tempo/ se desfibra - invento para ti a música, a loucura do mar". Ciente da polifonia articulada, a gnose poética assume a animalidade concreta e a normalidade animal, secundando-a pela "retórica profunda" que exigia Baudelaire. A "inspiração tulmutuosa; (expressão de Maria Estela Guedes no livro H.H., poeta obscuro) do poeta deixa-se envolver por um movimento quase orgânico: "No entanto és tu que te moverás na matéria/ da minha boca, e serás uma árvore dormindo e acordando onde existe o meu sangue". O sistema verbal desta poesia traceja uma órbita ascensional, volume, espaço e tempo são descompostos pela espessura da linguagem. Não existe tempo ou espaço para a criança, a mãe, e a mulher, não há formas ou marcas, estão à deriva no não-tempo, tão voláteis como objetos indecifráveis: "As crianças enlouquecem com coisas de poesia./ Escutai um instante como ficam presas/ no alto deste grito, como a eternidade as acolhe/ enquanto gritam e gritam". Mãe, criança e linguagem formam uma tríade incestuosa que o poeta representa e traduz numa poesia que fala sobretudo no feminino. A representação nasce envolta no erotismo violento, espelhando o envolvimento entre corpo, espírito e objeto, e moldada na fulgurância platônica de onde esta poesia emerge: "As mulheres de ofício cantante que a Deus mostram a boca e o ânus/ e a mão vermelha lavrada sobre o sexo". A poesia é o sopro divino, a pronúncia da palavra primeva, a suspensão do pneuma universal: "- como se diz: pneuma,/ terrífica é a terra e no entanto nada mais do que um pouco: criar matérias -/ e depois, a nossos pés, constelações (...) faz um segredo, isso: caldeia/ os artefactos;/ ouro que transborda,/ e o mundo". A sua inegável capacidade de transmutar a matéria verbal projeta a linguagem na dança vertiginosa dos ritmos, absorve sentidos, as ressonâncias; as cifras do poeta aceleram o movimento que ondeia em direção à substância visceral da língua. O poeta capta as palavras através da lucidez dolorosa, desestruturando o teor funcional, despertando-lhes o sentido primigênio: "Que se coma o idioma bárbaro, palpitação da lêveda/ substância dos vocábulos:/ no prato. Eu devoro. Às vezes eletrocutado, uma ígnea linha escrita/ para dizer o abastecimento de estrelas/ em cal escaldando, da poesia". Ele torneia a linguagem como se eletrificasse as palavras entre si: "Não sabes onde um cometa se despenha como/ se um rio de quartzo por trás de tudo quebrado a meio do escuro,/ deslumbrando por ali abaixo./ O teu espaço, clarão a página inteira". Os limites desta poética estão minados, ela torna-se compacta ao acumular a energia do deslocamento metonímico e da gravitação metafórica. Herberto Helder impulsiona a viva encantação das palavras, o abalo que a sua poesia provoca é um dos mais profundos que a literatura de língua portuguesa já sofreu. Poeta que reescreve sem cessar, é criador/destruidor de uma gramática peculiaríssima. A transgressão regula a pontuação, os padrões são sujeitos à sua consciente desorganização, o fluxo orgânico se alastra animalizando o poema: "E dentro de mim, rompendo peixes,/ uma noite sensível cor de martelos./ Esse grito, essa vírgula, esse amor, esse/ martelo louco (...) Gritando, cor de martelo, em peixes/ com som de rosas:// Castiçal, silveira, linho - e:// porta porta".

 

Para kem gosta de poesia fika a dika!

Alguém tem cópia da unika entrevista k ele deu na vida?

Eu tinha mas n sei dela...

 

<_<

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Quentin Tarantino!!

O argumento de Pulp Fiction está simplesmente genial (mas as histórias foram co-produzidas com Roger Roberts Avery). Não é por acaso que o filme ganhou o óscar de melhor argumento original. :lol:

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De momento o meu escritor favorito é Carlos Castaneda, os livros dele mudaram bastante a minha maneira de ver as coisas

Ora bolas, muitos amigo smeus já me disseram o mesmo k tu Sérgio. Tenho ler alguma cena dele :hug:

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De momento o meu escritor favorito é Carlos Castaneda, os livros dele mudaram bastante a minha maneira de ver as coisas

Ora bolas, muitos amigo smeus já me disseram o mesmo k tu Sérgio. Tenho ler alguma cena dele :wub:

:D força amigo, garanto que nao te vais arrepender :P

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Os escritores que mais me marcaram foram:

 

Carlos Castaneda

Aldous Huxley

Daniel Sampaio -> génio português em Psicologia Clínica, leiam as "Lições do Abismo", vale mm a pena!!!

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Entre os autores portugueses destaca-se, na minha opinião, João Aguiar. É uma literatura tipo mitologia contemporânea... por exemplo "A Voz dos Deuses", n sei se alguém já leu! É muito fixe mesmo, aconselha-se!

A encomendação das almas também é muito bom!

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Tal coo o anjuna os meus gostos literários não pendem muito para o lado do Paulo Coelho.Sempre que tentei ler algo dele aborreci-me rapidamente e pus os livros de lado.

 

Gosto bastante de autores como Henry Miller,Nietzsche,Aldous Huxley,Patrick Süskind (moony,aconselho-te a leres "A Pomba",um pequeno livro bastante intenso),Rimbaud,Franz Kafka,Baudelaire,Boccaccio,Carlos Castaneda,Jack Kerouak,entre outros.

 

Sou também um entusiasta sobre civilizações e culturas antigas,tais como a civilização egipicia,maia,inca e grega,entre outras ou como a cabala,alquimia,xamanismo,etc.

 

Se gostarem de ler e tiverem a oportunidade investiguem alguns destes autores e temas! ^_^

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Sou também um entusiasta sobre civilizações e culturas antigas,tais como a civilização egipicia,maia,inca e grega,entre outras ou como a cabala,alquimia,xamanismo,etc.

 

lusty has-de ler então o livro "The sirius mystery" de Robert K.G. Temple

 

"Uma etnia relativamente primitiva da África ocidental parece possuir dentro de sua sabedoria tradicional conhecimentos astronômicos muito precisos sobre o sistema estelar de Sírio, que só são possíveis de obter utilizando refinados recursos tecnológicos. Nos referimos, obviamente, aos Dogon.

 

Os mitos deste povo conteriam referencias claras à companheira invisível de Sírio, uma anã branca que foi predita pela ciência em 1844 e descoberta em 1862. Mais que isso, a descreveriam com detalhes tão exatos quanto surpreendentes, considerando-a como muito pequena e formada pelo metal mais pesado do mundo, e com um período orbital de 50 anos, virtualmente idêntico ao calculado pela astronomia ocidental.

 

À primeira vista, isto parece impossível. Os Dogon só podem ter recebido um conhecimento desta classe de uma civilização cientificamente avançada. Extraterrestre? Atlante? Ou quem sabe simplesmente da civilização tecnológica geograficamente mais próxima deles, a Ocidental?

 

Sobre o suposto mito Dogon criou-se um segundo mito, adventício e moderno, que se iniciou quando Robert Temple publicou em 1975 o famoso livro "The Sirius Mystery" ("O Mistério de Sírio"). Este "mito sobre o mito" inclui a visita de seres extraterrestres à Terra em um passado remoto. O artigo seguinte revisa diversos aspectos do tema."

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Herman Hesse, que escreveu entre outros Sidharta e O lobo das Estepes.

grande autor esse........xinko estrela!!!!1

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Jack LOndon........onde kerouak, william.s.b se inspiraram outro grande viajante.

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e claro boris vian...........

 

algumas obras:

outono em pequim.

as formigas(contos)

morte aos feios

arranca corações (este é brutal)

 

e outros q agora não me lembro :hammer:

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Pena é não haver tempo para descobrir todos os mundos existentes na cabeça dos escritores...

 

Alguns dos grandes.... Boris Vian....Saramago...Voltaire...Henry Miller...Kafka....

....Tolkien....Patrick Suskind...Oscar Wilde...Jorge Amado....Pessoa...Al Berto...Margueritte Yourcenair....Aldous Huxley...Nietzsche...Jorge Amado...Mia Couto...

 

....e tantos mais já descobertos e mais ainda por descobrir...

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Entre os autores portugueses destaca-se, na minha opinião, João Aguiar. É uma literatura tipo mitologia contemporânea... por exemplo "A Voz dos Deuses", n sei se alguém já leu! É muito fixe mesmo, aconselha-se!

A encomendação das almas também é muito bom!

...gosto bastante de João Aguiar, já li O canto dos Fantasmas (livro de contos), o Navegador Solitário e a triologia que é passada em Macau (não me lembro do nome dos livros)...esses ainda não li, mas vou aproveitar a sugestão :)

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Isso lembra-me uma sugestão e que tal levar um livro para as festas e trocarmos.. ein.. era porreiro.. que me dizem :)

Sabem k existe um tipo de comunidade de leitores kagora n me lembra o nome ... que se juntam todos os anos para trocar um dos seus livros ..... o lema é qq coisa do tipo : O livro n tem dono ou .... (inventei agora mas é parecido).... ou seja ... um livro é demasiado valioso para pertençer a apenas uma pessoa ... como tal ... uma vez por ano há uma reunião para que se troquem livros entre os membros ......

Eu fiz isso com 2 dos meus preferidos mas nunca mais os vi e nem fikei com nada em troka ... apenas o prazer de partilhar uma obra k gostei muito .... (Capitães d´areia e a Viagem ao mundo da dita ....)

 

foi só pa reforçar a ideia ...

 

 

Relativamente ao tópico .... só vou referiri uma autora que n gosto ...

 

Agustina Bessa Luis .....

 

óh Dona Augustinha eu sei k até já ganhou um prémio importante mas eu .... :wacko:

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São tantos..... :rolleyes:

 

Herman Hesse

Aldous Huxley (principalmente "Admirável mundo novo")

Saint Éxupery ("o principezinho", claro)

Brian Weiss (principalmente "Muitas vidas, muitos mestres")

Gabriel Garcia Marquez (principalmente "Cem anos de solidão")

Isabel Allende (principalmente "A casa dos espíritos")

Tolkien (todos!)

José Saramago (principalmente "Ensaio sobre a cegueira")

Redfield (toda a saga da "profecia celestina" até ao "segredo de shambala")

Nicholas Sparks (que apeser de, na minha opinião ser literatura "light", escreveu um que me comoveu até às lágrimas, o "Diário da nossa paixão")

Daniel Sampaio (principalmente "Tudo o que temos cá dentro" - Fenomenal)

 

Toda a obra de Francisco Cândico Xavier, psicografando André Luiz... é simplesmente lindo e revelador

 

... e muitos mais... :)

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Os meus escritores preferidos sao

 

Terence Mckenna

Aldous Huxley

José Arguelles

Carlos Castanêda

Martin Schonberger

Herman Hesse

Buda*

 

 

 

existem bem mais "senhores" ke tiveram a amabilidade de partilhar com o mundo os seus conhecimentos, tão lá, é só pciso de ir ter km eles, os conhecimentos.

 

Fikem trankilos

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...aqueles escritores k nos tenham tocado profundamente...

nenhum que eu não gosto desse tipo de intimidades ! :gap:

 

joke, simplesmente não curto ler.

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