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Azelpds

Elastik
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    Escrita, djing, música, cinema, anime, séries TV, jogos, performance, teatro, fotografia, 'arte' em geral, o cérebro humano, comportamentos, psicologia, a vida, e mais algumas coisas...

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Onde estou eu?

Onde estou eu? (1/6)

  1. Se esta festa foi boa..., acho que nos andamos a contentar com muito pouco. 15 Euros, sem direito a nada, para uma festa em que para urinar temos de ir à rua, espaço ultra pequeno, abafado, cheio de pessoas na pista que estavam mais interessadas em conversar do que dançar, ao ponto que lá em baixo muitas das vezes mal dava para ouvir o som como deve ser, ao contrário da parte de cima no bar, onde o som estava bem melhor do que em baixo. Não admira que não foram poucas as vezes que as pessoas até preferiam tentar dançar lá em cima, porque em baixo era complicado, já que era impossível estarmos 5 minutos a dançar sem sermos incomodados(as) com pessoas a passar para trás e para a frente, a falarem de trivialidades e por aí adiante. Quanto ao som, além de não dar para curtir como deve ser, não achei nenhuma das actuações nada de especial, à excepção do começo de Neelix, mas depressa acabou por ir ficando sempre igual digamos, com os mesmo truques e efeitos de crescendos, mas realmente lá em baixo não dava para se sentir e perceber como deve ser as coisas, e estar-se a curtir lá em cima sem ver as performances não é algo que me agrade. Presumo que em termos de espaço foi algo que não deu para controlar muito, mas há uns meses fui ao aniversário dos 10 anos do Mexe na LX Factory, noutro local da mesma (a meio e onde estava lá nesta Sexta outra festa), e tanto as condições como o espaço eram da noite para o dia em relação ao armazém onde espetaram esta. Se calhar parece que estou a ser demasiado negativo, mas realmente os meus padrões em termos de festas tornam impossível considerar o dinheiro que gastei nesta bem empregue.
  2. Vai mudando constantemente, mas neste fds em repeat tem sido: Telefon Tel Aviv - What It Is Without The Hand That Wields It
  3. Ya, não deixa de ser algo estranho ficarmos de repente todos contentes feito putos ao vermos que afinal o Etienne até tinha trazido o cubo, invés de ter cagado naquela merda ao ver o cenário no recinto até então, que era o que mais parecia já que não tinhamos vislumbrado o dito cujo até ao momento em lado nenhum. os olhos até pareciam brilhar "xii, olha o cubo man, yes!!! agora que isto vai ser, finalmente" Mas até lá yep, a acustica muito pouco recomendável do recinto, o palco despido e sem jogo de luz decente, e as equalizações horriveis para as actuações, fazia mesmo parecer que estavamos num concurso qualquer de bandas amadoras. Antes de Etienne estávamos mesmo a pensar onde é que tínhamos ido parar e que aquela aventura não estava a correr da melhor maneira.
  4. ahahah Foi giro que só a partir de Etienne para a frente também, é que se começou a ver e sentir certo espírito de festa, os 'filmes' do pessoal meio alterado já, as perguntas se teríamos isto ou aquilo por causa da postura de 'partirmos' aquilo tudo etc. E eu que sou uma pessoa tão séria fogo.
  5. Muahahah, review brutal e que dá muito conta do espírito que vivemos durante as referidas actuações, com um entusiasmo e feeling que só se percebe da melhor maneira estando lá na altura. A minha opinião é bastante semelhante, como falámos um pouco (quem a quiser ler está no meu site/blog), sendo que o festival para mim também começou realmente em Etienne, cujo cubo fazia mal à cabecinha e neurónios se estivessemos muito tempo a olhar para ele em conjunto com o que ele ia fazendo na mesa e máquinas, mas realmente Trentmoller abafou tudo, que alucinante. Quem me dera um dia chegar aos calcanhares daquele senhor. Dusty Kid realmente foi uma surpresa dos diabos e essa parte da "The Cat" ainda continua na minha cabeça, assim como o final, que me ia provocando um ataque de coração tal a violência. Sentia-se mesmo no ar uns pontos de interrogação na cabeça das pessoas, do estilo, "e agora, como é que dançamos e curtimos isto?", tal a nóia que era bombardeada pelas colunas e com o apoio da parte visual a condizer. Enfim, em certos aspectos pode ter sido daqueles eventos de uma vida, visto que não sei se voltaremos a ter tão cedo um evento por cá deste género, ainda mais com a reunião dos artistas em causa numa só noite. Valeu mesmo a pena.